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	<title>CuBe design</title>
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	<description>Soluções em comunicação para pequenas empresas e profissionais</description>
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		<title>Como aceitar cartões de crédito em seu estabelecimento</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como funciona, quanto custa e se você deve ou não ter em seu estabelecimento. Se você ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba como funciona, quanto custa e se você deve ou não ter em seu estabelecimento.</p>
<p><span id="more-5135"></span></p>
<p>Se você tem uma gráfica, presta serviços de design ou comercializa qualquer tipo de produto ou serviço, inevitavelmente vai ouvir a seguinte frase:</p>
<blockquote><p>&#8220;Posso pagar depois?&#8221;</p></blockquote>
<p>Apesar de necessitarem de produtos e serviços em momentos específicos, nem todos os clientes conseguem ter dinheiro suficiente para pagar naquele momento por eles. Você como proprietário do negócio é quem deve decidir se quer vender a prazo ou não &#8211; vender a prazo não é uma obrigação prevista em lei, é apenas uma facilidade comercial que ajuda a vender. Isso cria um certo dilema: Se eu não vender a prazo posso acabar perdendo a venda, mas se eu vender o cliente pode não me pagar. Devo vender a prazo ou não? Como proceder? É sabido que as vendas a prazo aumentam o poder de compra do seu cliente, mas deve-se tomar um certo cuidado para que a empresa não afunde em dívidas. Até mesmo o popular cheque pré-datado não apresenta qualquer tipo de garantia de pagamento &#8211; o cheque pode aparecer limpo no sistema, mas no dia pode não haver saldo, assim como o inverso também pode ocorrer (o cheque pode aparecer sujo mas o cliente pode de fato ter o dinheiro na conta).</p>
<p>Como, então, vender a prazo nestas situações? Como saber para quem parcelar? A resposta está nas maquininhas de cartão de crédito.</p>
<p><strong>Como funcionam as maquininhas</strong></p>
<p>As &#8220;maquininhas de cartão&#8221; são terminais eletrônicos que aceitam cartões de diversos tipos. Os mais comuns são: cartão de débito (onde o valor da compra é debitado da conta corrente), cartão de crédito (onde o cliente paga pela compra através de uma fatura) e cartão de benefícios (vale refeição, vale combustível, etc).</p>
<p>O cliente apresenta o cartão ao lojista, que passa o cartão pelo leitor (se for um cartão magnético) ou insere na abertura correspondente (se for um cartão de chip). Em seguida, ele escolhe o tipo de operação, o valor, a quantidade de parcelas (se for um cartão de crédito) e a compra é liberada ou recusada imediatamente através de consulta ao banco do cliente.</p>
<p>A principal vantagem dos cartões é que a loja não precisa se preocupar com o calote, pois se a venda foi aprovada a loja receberá independente do cliente pagar ou não ao banco dele.</p>
<p>Se a compra for feita na função &#8220;débito&#8221; a loja receberá o valor da venda no dia útil seguinte. Se a compra for feita na função &#8220;crédito&#8221; a loja receberá o valor da venda 30 dias depois. Se a compra for feita na função &#8220;crédito parcelado pelo estabelecimento&#8221; a loja receberá também em parcelas, a primeira após 30 dias e as demais a cada 30 dias. O recebimento das parcelas é garantido, visto que o valor foi liberado para o cliente pelo banco &#8220;a crédito&#8221;, e se o cliente não pagar ele terá de se entender com o banco.</p>
<p><strong>Quais são as opções de maquininhas</strong></p>
<p>No Brasil desde 2010 não existe mais a exclusividade de maquininhas, ou seja, seu estabelecimento agora pode ter apenas uma maquininha para todos os tipos de cartões. Neste momento temos três adquirentes (a empresa que aluga estas maquininhas): Redecard, Cielo e Santander-Getnet.</p>
<p>Todas as três oferecem maquininhas com fio (ligadas à linha telefônica) e sem fio (ligadas à rede de telefonia celular). A Cielo e a Redecard também oferecem opções para aceitar cartões de crédito usando o seu celular, para estabelecimentos e prestadores de serviços que usam este serviço esporadicamente e não desejam pagar pelo aluguel de uma maquininha completa.</p>
<p>Todas as três aceitam os cartões das bandeiras Visa (Visa e Visa Electron) e Mastercard (Mastercard e Maestro). A aceitação de bandeiras adicionais, como American Express, Diners, Hipercard e outras varia entre cada adquirente &#8211; consulte os respectivos sites para obter a lista completa de bandeiras aceitas pela adquirente, e escolha uma que aceite todas as bandeiras que você achar pertinente ao seu negócio.</p>
<p><strong>Quais são os custos</strong></p>
<p>Toda essa comodidade não viria sem custos. Para aceitar cartões em seu estabelecimento existirão dois custos: o aluguel do terminal e a taxa de venda. E antes que você diga &#8220;ah não, mais taxas!&#8221;, pense em quanto o seu estabelecimento perde com o calote: financeiramente, com as vendas que você deixa de receber, e em tempo (tempo é dinheiro!), com as inúmeras e às vezes infrutíferas cobranças aos clientes, e os vários cheques pré-datados que voltam e precisam ser redepositados.</p>
<p>O aluguel do terminal representa um custo fixo que varia entre R$ 0 (de graça) e R$ 140 dependendo do modelo do terminal (sem fio é o mais caro). Esse valor é negociável dependendo do ramo do estabelecimento e do seu volume de venda com cartões. Você pode negociar este valor diretamente com a adquirente ou com o seu banco (ele pode fazer um crédito em sua conta no valor do aluguel do terminal). E já que as adquirentes aceitam diversos cartões, você também pode conseguir um desconto simplesmente dizendo que o concorrente te fez uma oferta melhor. O valor do aluguel será descontado das vendas que você fizer, ou será debitado da sua conta se o valor das vendas não for suficiente.</p>
<p>O outro custo é a taxa da venda. Ela é cobrada a cada venda feita pelo terminal e a porcentagem varia de acordo com o tipo de cartão. Compras feitas no cartão de débito geralmente custam 2,4%, e compras feitas no cartão de crédito geralmente custam 4,2%. Compras parceladas em mais de 6 vezes geralmente custam 4,8% (observe que é uma taxa sobre o valor total da venda, e não uma taxa sobre cada parcela). Novamente, esses valores podem ser negociados dependendo do seu volume de vendas, mas para isso é necessário primeiro gerar essas vendas, ou seja, você deve usar o terminal por um tempo.</p>
<p>Nas compras parceladas o seu estabelecimento também receberá em parcelas, mas se você quiser poderá adiantar as mesmas para ter mais dinheiro em caixa. As compras a vista e parceladas podem ser adiantadas, e você pode receber todo o valor no dia seguinte assim como na compra a débito. Esse adiantamento, chamado de RAV (Recebimento Antecipado) ou de &#8220;recebíveis de cartão&#8221;, pode ser contratado junto à adquirente ou ao seu banco, e é claro, haverá mais uma taxa que também poderá ser negociada. Essa taxa é cobrada de acordo com a quantidade de parcelas (quantidade de meses), e quanto maior for o parcelamento, mais você pagará. As adquirentes geralmente cobram 4,6% ao mês e os bancos geralmente cobram 3% ou menos ao mês. Os bancos podem até cobrar uma taxa menor do que a cobrada para trocar cheques pré-datados, visto que no cartão o recebimento é garantido.</p>
<p><strong>Essas taxas são muito altas!</strong></p>
<p>Às vezes a sua margem de lucro pode não permitir que você aceite cartões. Lembre-se: nenhum estabelecimento é obrigado a aceitar qualquer forma de pagamento exceto o dinheiro. Vender a prazo, seja com cheques, promissórias ou no cartão, representa conveniência para os seus clientes e a possibilidade de lucros maiores, mas no fim das contas é você quem deve decidir quais formas de pagamento vai aceitar, e o cartão é a forma mais segura de receber. Os custos para aceitar cartões em seu estabelecimento devem ser incluídos no preço dos produtos ou serviços, e em alguns casos eles podem ser até mais baratos do que o prejuízo causado por um ou vários calotes nas outras formas de pagamento.</p>
<p>E como já dito, todos os custos dos cartões podem ser negociados. Portanto, não tenha medo de conversar com a adquirente ou o seu banco.</p>
<p><strong>Como faço para ter?</strong></p>
<p>Basta ligar diretamente para a adquirente de sua preferência &#8211; Cielo, Redecard ou Santander Getnet &#8211; e solicitar a maquininha. O técnico irá até o local para fazer a instalação em poucos dias. É necessário ter CNPJ e uma conta corrente pessoa jurídica em qualquer banco para receber os valores.</p>
<p>A CuBe design aceita cartões de crédito e parcela todos os seus serviços em até 6x sem juros. Você tem alguma dúvida sobre o funcionamento destas maquininhas? É só perguntar pra gente!</p>
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		<title>Novo Creme &#8220;Aumente Meu Logotipo&#8221;</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2012/01/30/novo-creme-aumente-meu-logotipo/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça esse revolucionário produto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça esse revolucionário produto!</p>
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		<title>Porque a sua empresa não deve usar uma conta pessoal para fazer divulgação no Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 16:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba porque sua empresa deve usar uma conta empresarial e não uma conta pessoal para divulgar no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba porque sua empresa deve usar uma conta empresarial e não uma conta pessoal para divulgar no Facebook.</p>
<p><span id="more-4439"></span></p>
<p><em>Atualização de 13/07/2011: Ferramenta para migração de contas. Veja no final do artigo.</em></p>
<p>Tenho notado que diversas empresas têm entrado na onda do Facebook e querem usar o sucesso da plataforma para divulgar seus produtos e serviços. Até aí, nada de mais, afinal a empresa deve estar presente onde os seus clientes estão.</p>
<p>No entanto algumas dessas empresas, sem a devida orientação sobre o funcionamento do sistema, têm criado contas pessoais ao invés de contas empresariais (também chamadas de páginas) para divulgar seus produtos e serviços e divulgar mensagens publicitárias.</p>
<p><strong>Essas empresas correm o risco de terem o seu perfil desativado e de verem todo o seu esforço de marketing social inutilizado.</strong></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/help/?faq=191093220938115">Esta página de perguntas frequentes</a> do Facebook diz o seguinte:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>A conta que criei para promover meus negócios, banda ou outra organização foi desativada.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">De acordo com a nossa Declaração de direitos e responsabilidades, os perfis do Facebook <strong>devem representar um indivíduo</strong>. Não é permitido que os usuários mantenham uma conta sob o nome de uma organização ou usem contas pessoais para fazer propaganda ou promovê-los profissionalmente. Se o seu perfil foi listado sob um nome de um indivíduo ou usado primeiramente para promoção profissional, esse é provavelmente o motivo pelo qual ele foi removido.</p>
<p>Se sua empresa criou uma conta pessoal (ao invés de uma página) para divulgar os produtos e serviços, esta conta está sob risco de ser excluída definitivamente. Para resolver isto você deve encerrar a conta e criar uma nova página para sua empresa.</p>
<p><strong>Tá, mas porque eu deveria fazer isso se funciona do jeito que está?</strong></p>
<p>Todos os usuários de qualquer serviço online (não só o Facebook) são obrigados a seguir os termos de uso do mesmo. Conforme descrito acima, os termos de uso do Facebook não permitem que contas pessoais sejam utilizadas para fins de divulgação de empresas, de bandas, de negócios, etc.</p>
<p>Ao criar uma conta pessoal para divulgação de sua empresa você estará violando os termos de serviço, e a conta poderá ser suspensa a qualquer momento, sem chance de reativação. Todo o esforço usado para divulgar a empresa &#8211; distribuir mensagens publicitárias, conhecer novos clientes, postar fotos e vídeos, etc &#8211; será pedido.</p>
<p>Outra limitação das contas pessoais diz respeito à quantidade de pessoas ou amigos. O Facebook não permite &#8220;spam de amigos&#8221;, ou seja, existe um limite na quantidade de pessoas que você pode adicionar por hora. Além disso existe um limite geral de 5.000 pessoas. <strong>Você quer mesmo que apenas 5.000 pessoas conheçam a sua empresa?</strong></p>
<p>As contas empresariais funcionam de uma forma diferente e oferecem ferramentas diferenciadas. Por exemplo: você pode divulgar o endereço da sua empresa junto com um mapa; pode divulgar os horários de atendimento e as informações de contato; e pode usar as ferramentas de análise para conhecer o comportamento dos usuários com relação à sua página &#8211; quantas pessoas únicas a visualizaram por mês, por exemplo. Além disso, você pode fazer propaganda de sua conta empresarial, coisa que não é permitida para contas pessoais.</p>
<p><del>Não há como migrar de um tipo de conta para outro, mas ao fazê-lo você passará a divulgar no Facebook da forma correta e não correrá o risco de ter seu esforço de marketing invalidado.</del></p>
<p><strong>Atualização:</strong> O Facebook de fato conta com uma ferramenta para migração de contas, e ela está disponível em http://www.facebook.com/pages/create.php?migrate</p>
<p>A ferramenta é capaz de converter um perfil pessoal em uma página da empresa mas possui algumas limitações. Basta seguir as instruções do link e ler as informações cuidadosamente.</p>
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		<title>Como colocar a numeração de página somente em algumas páginas</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2010/10/15/como-colocar-a-numeracao-de-pagina-somente-em-algumas-paginas/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 03:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma dica especial para você, universitário. Se você está preparando o seu TCC ou a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma dica especial para você, universitário. Se você está preparando o seu TCC ou a sua monografia, você sabe que a numeração de páginas deve começar somente após o sumário (além de seguir todas as normas da ABNT). Neste artigo você vai aprender a fazer isso usando o Microsoft Word 2010.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p><em>Observação: Este artigo traz as telas do Word 2010, mas o procedimento é aproximadamente o mesmo em versões anteriores do Word. Ao dividir o documento usando quebras de seção (passo 4) você pode definir cabeçalhos e rodapés diferentes para cada seção.</em></p>
<p>Para colocar a numeração somente em algumas páginas, faça o seguinte:</p>
<p><strong>1. Prepare seu trabalho normalmente</strong></p>
<p><em>Dica: Lembre-se sempre de pressionar Control + Enter (ao invés de apenas pressionar Enter) quando quiser mudar de página. Isso evita que o trabalho fique desconfigurado quando for aberto em outro computador.</em></p>
<p><strong>2. Ative a exibição das marcas de parágrafo</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-157" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_01.png" alt="" width="792" height="309" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Botão que exibe as marcas de parágrafo</em></p>
<p>Ao clicar neste botão, o Word exibirá as marcas de parágrafo e outros caracteres especiais que ficam escondidos mas controlam a aparência do texto. Para desativar, basta clicar novamente.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-158" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_02.png" alt="" width="408" height="172" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Aparência do texto com as marcas de parágrafo ativadas. Ao pressionar Control + Enter você irá inserir a marca indicada como Quebra de página.</em></p>
<p><strong>3. Vá até o final do sumário e remova a quebra de página ou os espaço em branco se houverem</strong></p>
<p>Seu texto deve ficar assim, junto:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-159" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_03.png" alt="" width="488" height="297" /></p>
<p><strong>4. Clique no começo do capítulo e insira uma quebra de seção</strong></p>
<p>Para inserir a quebra de seção, clique na aba Layout de Página, no botão Quebras e em seguida Quebra de Seção &#8211; Próxima página.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-160" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_04.png" alt="" width="585" height="447" /></p>
<p>Seu texto agora terá esta marca (Quebra de seção) e o texto do capítulo começará na próxima página.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-161" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_05.png" alt="" width="426" height="111" /></p>
<p><strong>5. Insira o rodapé com a numeração e prepare-o para as alterações</strong></p>
<p>Para inserir o rodapé com numeração, clique na aba Inserir, no botão Número de Página, no item Fim da Página e em seguida escolha a opção Número sem formatação 3.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-162" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_06.png" alt="" width="900" height="345" /></p>
<p>O cursor será levado até o rodapé para que você possa alterá-lo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-163" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/11/numeracao_word_07.png" alt="" width="900" height="102" /></p>
<p>Veja na figura acima que na página antes da quebra de seção o rodapé está marcado como Rodapé &#8211; Seção 1, e na página após a quebra de seção o rodapé está marcado como Rodapé &#8211; Seção 2. Repare também que o rodapé da seção 2 traz a inscrição Mesmo que a seção anterior. Esta opção faz com que o cabeçalho e o rodapé sejam idênticos em todo o texto, mas se a desativarmos, poderemos fazer com que as primeiras páginas não tenham numeração.</p>
<p>Clique no número no rodapé e em seguida clique na aba Design e no botão Vincular ao anterior para desativar esta opção.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-165" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/10/numeracao_word_08.png" alt="" width="682" height="191" /></p>
<p>Com isso a inscrição Mesmo que a seção anterior desaparecerá.</p>
<p><strong>6. Remova a numeração na seção 1</strong></p>
<p>Agora que a opção Vincular ao anterior foi desativada, nós poderemos alterar o rodapé da seção 1 sem alterar o rodapé da seção 2 &#8211; ou seja, podemos retirar a numeração na seção 1 e deixar a numeração na seção 2.</p>
<p>Basta ir até o rodapé da seção 1 e deletar a numeração. Depois, clique no botão Fechar Cabeçalho e Rodapé na barra superior para terminar a edição do rodapé.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-166" src="http://www.cubedesign.com.br/wp-content/uploads/2010/10/numeracao_word_09.png" alt="" width="900" height="122" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Observe que agora a seção 1 não tem numeração, e que somente a seção 2 tem numeração</em></p>
<p>Pronto! Agora o seu texto segue as normas da ABNT referentes a numeração de páginas.</p>
<p>Dúvidas? Mande um e-mail ou deixe seu comentário.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dez Dicas de Criatividade</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2010/10/13/dez-dicas-de-criatividade/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 03:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dez dicas para sua criatividade: mais um artigo interessante e que não sei quem é o autor. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dez dicas para sua criatividade: mais um artigo interessante e que não sei quem é o autor.</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p><strong>1. Combine Elementos</strong></p>
<p>Numa guerra, a combinação do canhão, uma peça de artilharia, com o trator, um equipamento agrícola, gerou o tanque. &#8220;Duas matrizes independentes e remotas entre si se juntam para produzir uma síntese inovadora&#8221;, na definição do escritor inglês Arthur Koestler (1905 &#8211; 1983), um estudioso da criatividade. Numa famosa capa de revista Veja, em 1991, o artista plástico goiano Siron Franco usou grãos de feijão e cereais para montar um retrato do sociólogo Betinho, que na época estava iniciando sua campanha contra a fome. Ninguém imaginaria que os alimentos pudessem ser usados daquela forma.</p>
<p><strong>2. Que tal substituir?</strong></p>
<p>Por falta de material apropriado, um trabalhador pendurou uma lâmpada dentro de um balde de plástico vermelho para sinalizar uma obra numa estrada. A solução foi tão eficiente que pode ser vista em qualquer rodovia brasileira. Outro exemplo: um jato americano, na década de 50, passou pela pista de pouso de um porta-aviões e não conseguiu parar. No sufoco, o piloto soltou seu pára-quedas sem ejetar a cadeira e o artefato segurou o avião. Hoje esse método é usado até pelos ônibus espaciais quando aterrissam.</p>
<p><strong>3. Exageeeeeeere</strong></p>
<p>O mais famoso sanduíche do mundo, o Big Mac, foi criado em 1967 pelo gerente de uma das lanchonetes da rede McDonald&#8217;s, nos Estados Unidos. Violando as regras da empresa, ele decidiu oferecer um sanduíche maior do que o normal. Deu no que deu. É o princípio do Jumbo 747 e dos petroleiros. Peça obrigatória no arsenal dos publicitários, o exagero foi também a estratégia do arquiteto Solano da Ros para reconquistar a namorada, em 1982. Ele espalhou pelas ruas de Curitiba treze outdoors com declarações de amor. A moça não resistiu.</p>
<p><strong>4. Ou então reduza</strong></p>
<p>É um caminho mais usado do que o seu contrário, o exagero. Hoje em dia, todos os produtos eletrônicos tendem a ser cada vez menores &#8211; do telefone celular ao computador. Cada conquista no rumo da miniaturização implica criatividade. Simplificar foi também a solução encontrada por um participante de um concurso na Inglaterra.Ganharia o prêmio quem apresentasse o trabalho mais original, feito com retoques em fotos de Adolf Hitler. Surgiram todos os tipos de resultado: Hitler com o solidéu judaico, na cama com Madonna, fumando maconha. Porém a peça premiada foi uma foto oficial de Hitler&#8230; sem o bigode!</p>
<p><strong>5. Inverta a seqüência</strong></p>
<p>Se houvesse um prêmio de 50.000 reais para quem vencesse os campeões mundiais de tênis e de xadrez, como você faria para ganhar? Uma dica: jogue tênis com o campeão de xadrez e xadrez com o campeão de tênis.</p>
<p><strong>6. Mude seu ponto de vista</strong></p>
<p>Vire o seu problema de cabeça para baixo, só para ver que bicho dá. Muita gente queria inventar o hidroavião, mas ninguém sabia como fazer. A maioria das tentativas girava em torno do conceito de um barco voador. Somente quando o engenheiro americano Ernest Stout bolouum avião capaz de decolar ou pousar na água o problema foi solucionado.</p>
<p><strong>7. Descubra novos usos</strong></p>
<p>Às vezes as grandes idéias surgem quando você menos espera. E podem ser aplicadas de maneiras que você nunca imaginou. O pirex, vidro que pode ser levado ao forno, foi criado quando os antigos faróis das locomotivas, feitos para resistir ao calor, tornaramse desnecessários devido à chegada dos trens elétricos.</p>
<p><strong>8. Inverta o rumo</strong></p>
<p>Seguir na direção contrária à da maioria às vezes dá bons resultados. Havia no Canadá um parque onde viviam ursos mansos. Apesar de uma placa na entrada pedir aos freqüentadores que não alimentassem os ursos, sempre aparecia alguém que dava comida aos animais. Muitos deles adoeciam e até morriam. A administração do parque decidiu colocar uma placa maior, mas os visitantes continuavam dando comida aos ursos. Foi quando alguém teve a idéia de inverter o recado, que ficou assim: &#8220;Aviso aos ursos: este parque está infiltrado de meliantes que, fingindo ser seus amigos, envenenam vocês com pipocas, batatinhas e biscoitos. Fujam desses assassinos!&#8221; Dessa vez, funcionou. Um exemplo clássico é o do surgimento do aspirador. Seu inventor, Hubert Booth, cansou-se de tentar construir uma máquina que soprasse o pó de cima dos móveis e chegou à conclusão de que poderia ser mais inteligente aspirá-lo.</p>
<p><strong>9. Ouse adaptar</strong></p>
<p>O inventor e diplomata americano Benjamin Franklin (1706 &#8211; 1790) adaptou duas lentes normais em uma só e criou a lente bifocal. Algumas adaptações mais geniais são as mais simples, como a de instalar uma borracha na extremidade do lápis. Adaptação também pode ser sinônimo de oportunismo, no bom sentido, como no episódio dos publicitários que aproveitaram a conquista da Lua pela espaçonave Apollo 11, em 1969, para um anúncio do Fusca: &#8220;É feio, mas leva você lá&#8221;. Foi um sucesso.</p>
<p><strong>10. Não faça nada</strong></p>
<p>Calma. Não se trata de se omitir nem de cruzar os braços por medo ou preguiça. A criatividade, às vezes, pode se resumir a aplicar o princípio matemático do zero. O inventor americano Thomas Edson (1847 &#8211; 1931) só chegou à sua lâmpada quando resolveu colocar nada &#8211; ou seja, vácuo &#8211; dentro da retorta. Nos primeiros tempos do automóvel, os pneus eram vendidos, nas lojas, envoltos, como múmias, em papel. Durante décadas procurou-se uma solução mais prática, até que, finalmente, um gênio resolveu o problema e decidiu que o pneu não precisava de embrulho.</p>
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		<title>O Parafuso</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2010/10/01/o-parafuso/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 03:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa história circula a internet há um bom tempo. Não sei quem é o autor mas ainda ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa história circula a internet há um bom tempo. Não sei quem é o autor mas ainda é um bom exemplo de como devemos valorizar nosso trabalho.</p>
<p><span id="more-148"></span></p>
<p><strong>O Parafuso</strong></p>
<p>Algumas vezes é um erro julgar o valor de uma atividade simplesmente pelo tempo que se demora em realizá-la. Um bom exemplo é o caso do especialista que foi chamado para consertar um computador muito grande e extremamente complexo. Um computador que custava 12 milhões de dólares.</p>
<p>Sentado na frente do monitor ele apertou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o equipamento. Tirou uma pequena chave de fenda do bolso e deu uma volta e meia em um minúsculo parafuso. Então, ligou o computador e verificou que este funcionava perfeitamente.</p>
<p>O presidente da empresa se mostrou surpreso e satisfeito. E se ofereceu para pagar o serviço à vista.</p>
<p>- Quanto lhe devo? &#8211; perguntou o presidente.<br />
- São mil dólares pelo serviço.<br />
- Mil dólares? Mil dólares por alguns minutos de trabalho? Mil dólares só para apertar um simples parafuso? Eu sei que meu computador vale 12 milhões de dólares, mas mil dólares é muito dinheiro. Pagarei somente se você me mandar uma fatura detalhada com uma justificativa desse valor.</p>
<p>O especialista confirmou com a cabeça e foi embora. Na manhã seguinte o presidente recebeu a fatura, leu com cuidado, balançou a cabeça e pagou imediatamente. A fatura dizia:</p>
<p>SERVIÇOS PRESTADOS<br />
Apertar um parafuso: 1 dólar<br />
Saber qual parafuso apertar: 999 dólares</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Questionário para clientes</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 03:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você trabalha com criação, torne sua vida mais fácil com este questionário para clientes. É só ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você trabalha com criação, torne sua vida mais fácil com este questionário para clientes. É só pedir para ele preencher e você terá uma idéia do que ele espera. Este questionário foi escrito por @Fabio_Peixoto do <a href="http://www.perolasparaporcos.com/">Pérolas para Porcos</a>, mas eu vi no <a href="http://desenblogue.com/2010/01/29/comanda-de-quem-comanda/">Desenblogue</a>.</p>
<p><span id="more-146"></span></p>
<p><strong>Comanda para clientes</strong></p>
<p>1- Escolha uma cor primária para o trabalho:</p>
<p>( ) Azul<br />
( ) Vermelho<br />
( ) Amarelo<br />
( ) Verde<br />
( ) Branco<br />
( ) Preto<br />
( ) Outros ________________________________________</p>
<p>2- Que figuras serão usadas?</p>
<p>( ) Pessoas, quantas?____________________________<br />
( ) Formas abstratas, muito ou pouco abstratas?_________<br />
( ) Animais, qual?______________________________</p>
<p>3- Qual personagem publicitário o senhor gostaria de ver no trabalho?</p>
<p>( ) Funcionários felizes<br />
( ) Criança<br />
( ) Cachorro<br />
( ) Mulher de biquíni<br />
( ) Pais e filhos<br />
( ) Irmãos ou amigos<br />
( ) Outros _______________________________________</p>
<p>4- Qual o tamanho da logomarca no anúncio?<br />
( ) Grande<br />
( ) Muito grande<br />
( ) Absurdamente grande<br />
( ) Na verdade eu quero uma logo enorme e brilhante ocupando todo o espaço</p>
<p>5- Quais as formas devem ser priorizadas no trabalho?</p>
<p>( ) Círculos<br />
( ) Quadrados<br />
( ) Triângulos<br />
( ) Outros ___________________________________</p>
<p>6- Quais as fontes o senhor gostaria de ver em nosso trabalho?</p>
<p>( ) Grossas<br />
( ) Finas<br />
( ) Antigas<br />
( ) Moderninhas<br />
( ) Tortinhas<br />
( ) Com tracinhos nas extremidades<br />
( ) Outras ______________________________</p>
<p>7- Escolha a forma do texto:<br />
( ) Informativo longo<br />
( ) Informativo curto<br />
( ) Com sacadinha<br />
( ) Sem sacadinha<br />
( ) Duplo sentido<br />
( ) Trocadilho<br />
( ) Racional<br />
( ) Emotivo<br />
( ) Outro ______________________________</p>
<p>8- Qual o apelo do trabalho:</p>
<p>( ) Desejo<br />
( ) Preço<br />
( ) Promoção<br />
( ) Diversão<br />
( ) Fome<br />
( ) Sede<br />
( ) Tudo junto, eu nasci sem o mínimo poder de síntese<br />
( ) Outro ______________________________</p>
<p>9- Quantas vezes o senhor vai mudar de idéia durante a execução do<br />
trabalho e pedirá para refazer esta comanda?</p>
<p>( ) 7<br />
( ) 49<br />
( ) 80<br />
( ) Todas<br />
( ) É melhor vocês refazerem esse questionário</p>
<p>10- Quais opções da mesma coisa o senhor deseja?</p>
<p>( ) Várias, que eu mereço<br />
( ) Várias, que eu estou pagando<br />
( ) Várias, eu realmente adoro o atendimento de vocês<br />
( ) Várias, o que eu gosto mesmo e de ver quantas vezes vocês<br />
conseguem fazer a mesma coisa sem enlouquecerem e começarem a se matar<br />
com golpes de mouse</p>
<p>11- Quais informações devem entrar no trabalho, não importa qual?</p>
<p>( ) Endereço<br />
( ) E-mail<br />
( ) Telefone<br />
( ) CNPJ, título de eleitor e reservista<br />
( ) &#8220;Onde tiver espaço em branco sempre cabe uma mensagem&#8221;</p>
<p>12- Qual mídia o senhor acha que seria fundamental para sua estratégia?</p>
<p>( ) Impressos<br />
( ) Anúncio<br />
( ) Comercial de TV<br />
( ) Comercial de rádio<br />
( ) Outdoor<br />
( ) Busdoor<br />
( ) Pipi door<br />
( ) The Doors<br />
( ) Outros doors, quais?_________________________</p>
<p>13- Qual o prazo do trabalho?</p>
<p>( ) Pra ontem<br />
( ) Pra anteontem<br />
( ) Ainda não sei<br />
( ) Te ligo quando faltarem 15 minutos<br />
( ) A graça é a surpresa</p>
<p>14- Quantas pessoas em série terão que aprovar esse trabalho?</p>
<p>( ) 5<br />
( ) 17<br />
( ) 97<br />
( ) Minha esposa<br />
( ) Minha esposa, porteiro, empregada e papagaio<br />
( ) Outros, quem?________________________________<br />
_______________________________________________<br />
_______________________________________________<br />
_______________________________________________<br />
_______________________________________________<br />
_______________________________________________<br />
_______________________________________________</p>
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		<title>Dicas na relação entre clientes e profissionais</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2010/01/27/dicas-na-relacao-entre-clientes-e-profissionais/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 02:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você é prestador de serviços ou atende diretamente o público certamente já passou por essa situação: ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é prestador de serviços ou atende diretamente o público certamente já passou por essa situação: encarar aquele cliente que quer o serviço e exige o melhor, mas na hora de pagar&#8230; Assista a um vídeo que ilustra com perfeição as situações encaradas no dia-a-dia.</p>
<p><span id="more-141"></span></p>
<p>O vídeo tem o título original de &#8220;The Vendor Client Relationship&#8221;, foi produzido pela Scofield Editorial, Inc e a legendagem é de luizcebola.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uP8OhGzWat0?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/uP8OhGzWat0?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Lembre-se de que às vezes é necessário dizer não para um cliente, e que não há nada de errado nisso. Principalmente com clientes que não valorizam o seu trabalho.</p>
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		<title>Os piores clientes</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2010/01/27/os-piores-clientes/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 02:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de encontrar este site, Clients From Hell (literalmente, &#8220;clientes infernais&#8221;) que reúne as histórias mais engraçadas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de encontrar este site, <a href="http://clientsfromhell.tumblr.com/">Clients From Hell</a> (literalmente, &#8220;clientes infernais&#8221;) que reúne as histórias mais engraçadas dos piores clientes. Aqui estão algumas, selecionadas e traduzidas.</p>
<p><span id="more-143"></span></p>
<p>&#8220;Olha, eu sei que você tá saindo de férias mas eu preciso fazer isso rápido. Eu sei que você vai ficar sem nada pra fazer, e esse negócio vai ser por e-mail, não por telefone, e por isso não deve ser muito estressante&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;É, eu não te liguei porque tava viajando&#8230; Vou te pagar assim que eu conseguir a grana.&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu quero um fundo chapado, tipo, que varia do escuro pro claro ou do claro pro escuro.&#8221;</p>
<p>&#8220;O seu preço por hora tá legal, mas dá pra fazer tudo em uma hora? E dá pra me ensinar pra eu mesmo fazer da próxima vez?&#8221;</p>
<p>&#8220;É, a gente pagou pra um cara fazer o site pra nós mas ele não tá funcionando e não conseguimos falar com o cara. Você pode dar um jeito? E cobrar mais ou menos o que ele cobrou?&#8221;</p>
<p>&#8220;A gente já pagou pra um cara desenhar o site, você só precisa jogar na internet. É uma coisa bem rapidinha então a gente tava pensando em te pagar R$ 20.&#8221;</p>
<p>&#8220;Claro que é pra hoje, se fosse pra amanhã eu teria pedido amanhã.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nossa equipe de webdesigners não entende nada de HTML ou de Javascript, dá pra refazer sem usar essas coisas?&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu queria uma lista de nomes de empresas que ninguém nunca ouviu falar.&#8221;</p>
<p>&#8220;Dá pra aumentar o logotipo uns dois dedos?&#8221;</p>
<p>&#8220;A gente queria criar uma nova identidade visual. Dá pra fazer em 2 dias?&#8221;</p>
<p>&#8220;Nossa empresa não tem capacidade pra um site, então será que daria pra fazer uma planilha no Excel pra gente mandar pros clientes?&#8221;</p>
<p>&#8220;Tô sem dinheiro pra te pagar, então passa aqui pra pegar umas roupas&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Dá pra imprimir em RGB? Porque assim a gente economiza uma cor&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Nosso concorrente colocou uma coisa no site dele que a gente não gostou, dá pra tirar?&#8221;</p>
<p>&#8220;A mulher da foto é perfeita, mas a gente precisava de uma que fosse deficiente. Dá pra amputar só um braço dela?&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu sei que foi filmado em baixa definição, mas dá pra fazer uma versão em alta definição também?&#8221;</p>
<p>&#8220;A: Eu quero que meu site tenha um fórum, um blog, uma loja virtual, e fotos e vídeos e podcasts e um lugar onde as pessoas podem criar um perfil e falar com outras como no Twitter. B: E quanto você quer gastar? A: Ah, uns 300 reais.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nosso site tem que funcionar no horário comercial, das 8 às 6 da tarde.&#8221;</p>
<p>&#8220;Meu amigo viu o que você fez e disse que faz o mesmo por R$ 50&#8243;</p>
<p>&#8220;Eu queria que você fizesse o site pedir o e-mail da pessoa para que ela possa visitá-lo, assim eu posso enviar propagandas depois&#8221;</p>
<p>&#8220;A: Te mando a fatura hoje. B: Ahn&#8230; você quer receber?&#8221;</p>
<p>&#8220;É exatamente o que eu queria, é só mudar umas coisinhas&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Dá pra fazer o site só aceitar e-mails de clientes grandes?&#8221;</p>
<p>&#8220;Se vai custar tão caro assim então eu prefiro eu mesmo fazer no Word&#8221;</p>
<p>&#8220;A gente te paga quando o site estiver dando lucro&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resolvendo problemas com arquivos que carregam lentamente no CorelDRAW</title>
		<link>http://www.cubedesign.com.br/blog/2010/01/22/resolvendo-problemas-com-arquivos-que-carregam-lentamente-no-coreldraw/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 02:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Gomes Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Você que trabalha com CorelDRAW certamente já passou por essa situação: você tem um arquivo pequeno &#8211; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você que trabalha com CorelDRAW certamente já passou por essa situação: você tem um arquivo pequeno &#8211; às vezes contendo somente um logotipo de empresa bem simples, com poucos objetos &#8211; mas o mesmo demora vários e intermináveis minutos para abrir ou importar. Esses arquivos também costumam ter alguns megabytes, ao contrário de arquivos semelhantes com poucos kilobytes. Saiba o que fazer para resolver isso.</p>
<p><span id="more-139"></span></p>
<p>Resolver o problema é bem simples. Faça o seguinte:</p>
<ul>
<li>Abra o arquivo</li>
<li>Exporte-o para um novo arquivo no formato SVG (Scalable Vector Graphics)</li>
<li>Feche o arquivo</li>
<li>Crie um novo documento</li>
<li>Importe o arquivo SVG que você acabou de exportar</li>
<li>Salve o arquivo</li>
</ul>
<p>Não sei ao certo a causa dessa lentidão, mas ao que indica ela tem a ver com os estilos de desenho ou as propriedades armazenados internamente pelo CorelDRAW no arquivo. Ao exportar para o formato SVG tais propriedades são eliminadas, restando somente os objetos e suas configurações de preenchimento e contorno (não se preocupe, seu desenho não será alterado).</p>
<p>Atenção: Faça esse procedimento somente com logotipos ou desenhos. Não faça com outros tipos de documentos &#8211; você pode perder a capacidade de editar textos ou outros objetos.</p>
<p><strong>Atualização</strong>: É possível obter o mesmo resultado salvando o arquivo no formato CMX (CorelDRAW Exchange). Basta abrir o seu arquivo e salvar neste formato, e em seguida abrir o novo arquivo e salvar de volta no formato CDR.</p>
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